Ele se disfarça de identidade
Raiva antiga, culpa, abandono, vergonha: o corpo de dor se apresenta como “eu”. Fala com a sua voz. Usa as suas memórias. E convence você de que reagir é se proteger.
Antes de entrar
Sinta o peso do corpo. O ar que entra. O ar que sai. Você não precisa ir a lugar nenhum. Você já está aqui.
Inspire com o círculo. Expire com o círculo.
Mentora de presença e despertar
Não é sobre se tornar outra pessoa. É sobre deixar de se confundir com a dor que você carrega e habitar, finalmente, o único lugar em que a vida acontece: agora.
Neste instante, quem está lendo isto?
Não a história. Não o nome. Não o que doeu ontem. A consciência que percebe as palavras.
Primeira verdade
A mente te leva para o passado e para o futuro. O estado de presença, não. A consciência, a vida, o silêncio: é assim como você é. O tempo não passa. Sempre é agora.
A mente é uma ferramenta incrível quando ela está a serviço do ser. Viver no agora não é uma técnica de bem-estar. É o fim da guerra que você trava com os seus pensamentos. É perceber que o sofrimento nasce da sua resistência ao que se apresenta, neste momento, a você.
O tempo não passa. Sempre é agora.
Clotilde Bresolin
O inominável
A mente quer prender Deus em uma ideia. Dar-lhe forma, doutrina, argumento. Mas o que pode ser pensado já não é Ele. Deus não se encontra no pensamento sobre Deus. Ele se encontra no instante em que o pensamento cessa e o agora permanece.
Presença é o único altar que não mente. Ali não há imagem para adorar, nem tese para defender. Há o vivo. E o vivo não precisa ser explicado para ser reconhecido.
Você é a forma que Deus escolheu se manifestar.
Clotilde Bresolin
O que pesa
Raiva antiga, culpa, abandono, vergonha: o corpo de dor se apresenta como “eu”. Fala com a sua voz. Usa as suas memórias. E convence você de que reagir é se proteger.
Toda vez que você revive a ofensa, antecipa a perda ou discute com o passado, ele se fortalece. Não porque a vida é cruel. Porque a identificação com a ferida ainda não foi vista.
O corpo de dor não resiste à consciência. Quando você o observa sem se fundir a ele, ele perde o combustível. Não se luta contra a dor. Se presencia a dor. E o que é presenciado deixa de governar.
Você não precisa se livrar da dor como quem expulsa um inimigo. Precisa parar de ser a dor. O resto acontece sozinho.
Clotilde Bresolin
O que em você está inquieto neste momento?
Não resolva. Não explique. Apenas deixe a inquietação existir sem história. Isso já é liberdade.
O que a mentoria toca
Ansiedade e criação da realidade não são problemas à parte. São o mesmo movimento da mente quando ela sai do agora.
Ansiedade
Ela não vive no presente. Vive no que ainda não aconteceu. Enquanto a mente antecipa o perigo, o corpo deixa de habitar o instante. E a vida, que só existe agora, passa sem ser vivida.
Na mentoria, a ansiedade não é combatida. É vista. Quando você a observa sem se fundir a ela, ela perde o direito de roubar o único lugar em que você realmente está.
Criação da realidade
Não por magia. Por aceitação. E pelo lugar em que pousa a sua atenção. O que você resiste, persiste. O que você contempla sem luta, se transforma.
O foco da atenção não é um detalhe. É o eixo. Onde a atenção permanece, a vida se organiza. A mentoria reconduz esse foco do medo para o agora, da recusa para a aceitação do que já é.
Aceitar não é desistir. É parar de discutir com o instante. E é nesse silêncio que a realidade deixa de ser inimiga.
Clotilde Bresolin
A mentora
A autoridade da presença não se pede emprestada. Se vive. O caminho que Clotilde transmite nasceu da própria travessia: do corpo de dor à consciência que observa, do ruído mental ao agora irrecusável.
Ela não ensina uma teoria sobre o despertar. Ela reconduz você ao ponto em que o despertar já está acontecendo, sempre que a atenção deixa o enredo e volta ao vivo.
Sua mentoria é direta, íntima e sem rodeios espirituais. Não há promessa de uma versão melhor de você. Há o convite a habitar a consciência que já está aqui, por baixo de toda a narrativa de insuficiência.
Como se caminha
Não são etapas para se tornar alguém. São modos de lembrar o que você já é.
Encontro inicial
Sair da inconsciência e dissolver o corpo de dor, passando a viver do seu estado natural, da essência, do eu verdadeiro. O falso eu alimenta o corpo de dor.
Mentoria
Acompanhamentos contínuos, para resolver questões relacionadas ao trabalho, perceber que o trabalho é teu propósito de vida. Que primeiro você precisa ser e depois fazer e então ter.
Imersão
Um momento onde você sente a vida, sente a conexão com a força vital que está em você e que você é. Através da respiração você acessa portais para elevar o seu nível de consciência.
Pratique neste site
Não leve isto para depois. A prática só existe enquanto você a faz. Clique, respire, permaneça. Se a mente fugir, volte. Voltar é a prática.
Ainda não começou. O agora espera.
Quem já habitou este espaço
Deslize para o lado
O convite
Não é coincidência. A busca pelo agora começa quando o corpo de dor cansa de se repetir. Fale com Clotilde. O próximo passo é agora.